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		<title>As crianças e as marcas – #branding</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 10:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inpg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá leitores, Hoje pela manhã eu vi um vídeo maravilhoso sobre uma menininha de 05 anos, que vai avaliando e dizendo se conhece logos de empresas tradicionais. Muitas vezes até somos surpreendidos pela lembrança de uma criança de 5 anos, que em muitas vezes é tão ingênua que considera o logo do Google Chrome, um  brinquedo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá leitores,</p>
<p>Hoje pela manhã eu vi um vídeo maravilhoso sobre uma menininha de 05 anos, que vai avaliando e dizendo se conhece logos de empresas tradicionais.</p>
<p>Muitas vezes até somos surpreendidos pela lembrança de uma criança de 5 anos, que em muitas vezes é tão ingênua que considera o logo do Google Chrome, um  brinquedo de praia colorido e os anéis do logo da Olímpiadas ela chama de brinquedo de crianças – Incrível.</p>
<p>Entre escrever o post e o tempo que vi o vídeo, eu fiquei lembrando de marcas que me marcaram de uma maneira inesquecível na infância.</p>
<p>Parei para pensa em todas, e percebi, que desde o fim da década de 70 e início dos anos 80, já existiam marcas que contavam histórias na sua comunicação e que marcavam território nas cabeças e nos corações das crianças, como eu.</p>
<p><strong><span id="more-2973"></span>Lembro bem de marcas como:</strong></p>
<p><strong>Caloi </strong> – Não esqueça a minha Caloi!!! Ela te induzia a escrever a cartinha de Papai Noel, já solicitando uma Caloi. O Impresso vinha dentro de gibis. Eu tenho certeza, que todos os meus amigos, da época pediram uma bicicleta em algum dos Natais. E não podia ser qualquer uma, pois tinha que ser Caloi.</p>
<p><strong>Coca-Cola</strong> – sempre presente nas datas importantes, fazia todo ano a troca de tampinha por mini garrafinhas. Aquilo era uma loucura. E após completar uma caixinha, nós colocávamos ela em lugar de destaque na mesa da sala, ou qualquer estante, lembram?</p>
<p><strong>Adidas</strong> – As três listras sempre foram a minha paixão. Lembro de todos os alunos com jaquetas azuis com três listras indo para o colégio (era uniforme). Me apaixonei naquele momento e virou minha marca esportiva do coração. Além de patrocinar meu time de futebol na época.</p>
<p><strong>Troll</strong> – Tinha um carrinho chamado VeloTroll. Talvez tenha sido o brinquedo mais amado por meninos da minha geração. Ele era de plástico, todo colorido, e você tinha que pedalar. Era a primeira máquina que ganhávamos e nos sentíamos autônomos, pois poderíamos ir e vir sem ser empurrados. Amo essa marca, que faliu na década de 90.</p>
<p><strong>Playmobil</strong> – O brinquedo mais vendido na década de 80 ao lado da Barbie. Com ele, a sua criatividade ia longe. Tinha o forte apache com os índios, barcos e por ai vai. Era um convite para a criação e desenvolvimento, anos depois substituídos por Lego. Lembro como se fosse ontem, dos anúncios na TV, que deixavam a molecada doida pelos brinquedos novos. Era meio tosco, mas passava a mensagem correta.</p>
<p><strong>Atari</strong> – o meu primeiro Gadget e que dispensa apresentações. Campanhas incríveis, jogos bem interativos para a época, foi um grande marco da minha infância. Nunca na minha vida vou esquecer aquela caixa preta, com botões prateados e uma entrada para a fita. O controle com o botão vermelho, também era incrível (estilo Jobs – minimalista.).</p>
<p><strong>As marcas, quando atingem uma criança, tem um longo caminho pela frente para acompanhar essa pessoa.</strong></p>
<p><em><strong>Quando amamos uma marca pelo que ela oferece desde pequena, vira uma certa tradição em nossas vidas e muitas nos acompanham durante décadas, o que garante rentabilidade e vida longa as gigantes empresas.</strong></em></p>
<p>E o que esperamos dela quando pequenos?</p>
<p>1 – Entregue o que promete</p>
<p>2 – Seja fácil de encontrar e não falte</p>
<p>3 – Comunique-se conosco sempre que puder, por: revista, TV, carta, email e etc</p>
<p>4 – Seja bonita, atraente, e boa.</p>
<p>5 – Não se meta em escândalos.</p>
<p>6-  Seja acessível financeiramente, para que nossos país não reclamem…rs</p>
<p>O vídeo que inspirou este post esta abaixo, com a adorável menininha avaliando as empresas de uma maneira brilhante.</p>
<p>Grande abraço – <a href="http://www.twitter.com/reinaldocirilo" target="_blank">@reinaldocirilo</a></p>
<p>Vi no  – Blue Bus.</p>
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/QRS8MkLhQmM?version=3&amp;wmode=transparent" width="560" height="340" title="YouTube video player" style="background-color:#000;display:block;margin-bottom:0;max-width:100%;" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><p style="font-size:11px;margin-top:0;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QRS8MkLhQmM" target="_blank" title="Watch on YouTube">Watch this video on YouTube</a>.</p>
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		<title>Vender carro no metrô? Isso é coisa de alemão!</title>
		<link>http://www.inpgblog.com.br/vender-carro-no-metro-isso-e-coisa-de-alemao/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 10:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inpg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Independente do tamanho, é cada vez maior o número de empresas que buscam a interação com o cliente como forma de complementar as ações de comunicação. Somente o anuncio na tv no horário nobre para as grandes, ou o panfleto no farol para as pequenas, não resolve o problema. Para sustentar os esforços de lançamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Independente do tamanho, é cada vez maior o número de empresas que buscam a interação com o cliente como forma de complementar as ações de comunicação. Somente o anuncio na tv no horário nobre para as grandes, ou o panfleto no farol para as pequenas, não resolve o problema.</p>
<p>Para sustentar os esforços de lançamento do VIANO, seu novo veículo para a família, que comporta até sete pessoas, a montadora alemã lançou mão de uma ação de extrema interatividade e encantamento.</p>
<p>Para isso, a Mercedes-Benz escolheu a famosa estação de metrô Friedrichstrasse em Berlin, onde instalou doze outdoors interativos, com um sensor que é ativado por qualquer chave de carro! O público interage com o outdoor, usando a sua própria chave como uma chave virtual, abrindo a porta do carro e a cada abertura é uma surpresa! ”A chave para o Viano” foi o nome escolhido para o projeto.</p>
<p>E na saída da estação, os passageiros do metrô ainda tem a oportunidade de dar uma volta no Viano, conhecendo toda a versatilidade do novo carro, que apesar de grande e com design, mais próximo dos seus concorrentes, não perdeu nada da tradição da montadora.</p>
<p>Veja o filme e comprove:</p>
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/d9PIgi1CnK0?version=3&amp;wmode=transparent" width="560" height="340" title="YouTube video player" style="background-color:#000;display:block;margin-bottom:0;max-width:100%;" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><p style="font-size:11px;margin-top:0;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=d9PIgi1CnK0" target="_blank" title="Watch on YouTube">Watch this video on YouTube</a>.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.inpg.edu.br/homesite/news.asp?professor=117" target="_blank">Alessandro Saade</a> – @redator do INPG BLOG</p></blockquote>
<p>Este post foi publicad0 no <a href="http://educationstore.com.br/blogsaade1/" target="_blank">MARKETING &amp; NEGÓCIOS</a> em 7/02/2011</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Reclamações, uma oportunidade de melhoria</title>
		<link>http://www.inpgblog.com.br/reclamacoes-uma-oportunidade-de-melhoria/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 10:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inpg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisas nos dizem que quando um cliente tem um problema e a empresa o resolve de forma simples e rápida, este cliente se torna mais fiel à empresa do que àqueles que nunca tiveram problema algum. Concordo plenamente, pois precisamos ter uma coisa em mente absolutamente verdadeira: não existem empresas, produtos ou seres humanos perfeitos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pesquisas nos dizem que quando um cliente tem um problema e a empresa o resolve de forma simples e rápida, este cliente se torna mais fiel à empresa do que àqueles que nunca tiveram problema algum.</p>
<p style="text-align: justify;">Concordo plenamente, pois precisamos ter uma coisa em mente absolutamente verdadeira: não existem empresas, produtos ou seres humanos perfeitos, portanto estamos sujeitos às falhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas existe uma atitude chamada “excelência”, que é procurar o grau máximo de qualidade e perfeição. Se reconheço que sou passível de falhas, reconheço que preciso me aprimorar e me preparar para evitá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui está a questão crucial nos dias de hoje:  as empresas precisam reconhecer que falham, e a excelência está em resolver estas falhas, pois afinal de contas o cliente não tem nada à ver com isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2946"></span>Não estou incentivando a praticar erros, quero chamar atenção de que podemos aprender com eles e fazer deles uma oportunidade de melhoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Certa ocasião, numa véspera de natal comprei um CD player para meu carro e lógico, como todo consumidor, fiquei ansioso para desfrutar do bem que acabei de comprar, e queremos que no mínimo supere as expectativas, pois bem, após a instalação, o CD não funcionava, imagine meu desapontamento&#8230; liguei para a loja, mas já estava fechada e ia reabrir  somente quatro dias depois&#8230; não preciso nem dizer como ficou o meu humor durante estes quatro dias&#8230; No dia 28 de dezembro, antes da loja abrir eu já estava de pé na frente da loja, com o som na mão e pensando assim: “Se este cara não trocar o meu som&#8230;”. Pois bem, o rapaz me atendeu educadamente, me ouviu e nem abriu a embalagem, apenas pediu a apresentação da NF e disse que poderia trocar o equipamento. Em menos de 5 minutos resolvi meu problema. Na minha opinião ele devia ter aberto a embalagem para conferir, porque infelizmente existem consumidores que se aproveitam deste tipo de situação. Mas não era o meu caso e isto mostra o grau de confiança que ele depositou em mim, agora te pergunto: Quando for comprar um outro som, aonde irei comprar? Quando alguém me perguntar sobre uma indicação de uma loja, qual indicarei? É óbvio, naquela loja em que me atendeu com excelência, este é um exemplo de fidelização.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas infelizmente já passei por várias situações de falta de excelência&#8230; para citar apenas um: comprei um notebook de uma marca muito conhecida, e a máquina apresentou um defeito dentro do período de garantia. Para minha frustração, tive que seguir os padrões burocráticos para solução do problema: Abrir um chamado pela internet (ou seja, tive que ir atrás de uma outra máquina); aguardar o contato da assistência técnica (que por sua vez nunca tem uma próxima de sua casa ou trabalho); despachar a máquina pelo correio e aguardar o contato deles que poderia levar entre 10 e 15 dias úteis; detalhe, em nenhum momento informam um telefone de contato, justamente para que não tenham que ouvir as reclamações. Em resumo, fiquei sem computador por uns 15 dias, imaginem o meu humor. Pergunto mais uma vez: Quando for comprar outro computador, irei comprar desta marca? Irei indicar para um amigo? A resposta também é óbvia: nunca mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica aqui então esta dica: não evite as reclamações, pode ser uma grande oportunidade de fidelizar um cliente.</p>
<blockquote><p>
<a href="http://www.palestraetreinamento.com/#!" target="_blank">André Alves</a> &#8211; @ex-aluno do curso de Pós-Graduação de Gestão de Negócios no INPG , <a href="http://www.palestraetreinamento.com/#!" target="_blank">redator e palestrante</a></p></blockquote>
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		<title>O dilema da senioridade&#8230; Por que eu sou Junior e o meu colega já é Sênior?!</title>
		<link>http://www.inpgblog.com.br/o-dilema-da-senioridade-por-que-eu-sou-junior-e-o-meu-colega-ja-e-senior/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 10:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inpg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há nada que atormente mais um Gestor ou desmotive um funcionário quando a atribuição da SENIORIDADE de alguém não está clara ou criteriosamente definida: por que eu ainda sou Junior e até quando? O que devo fazer para tornar-me um profissional Sênior?  E por aí vai&#8230; Por favor, evitemos o eterno refrão: “meu tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há nada que atormente mais um Gestor ou desmotive um funcionário quando a atribuição da <strong>SENIORIDADE</strong> de alguém não está clara ou criteriosamente definida: por que eu ainda sou Junior e até quando? O que devo fazer para tornar-me um profissional Sênior?  E por aí vai&#8230;</p>
<p>Por favor, evitemos o eterno refrão: “<em>meu tempo de casa ou experiência é menor que</em> <em>o do meu colega</em>”. Será que experiência é a única competência para definirmos <strong>SENIORIDADE</strong>? Perdoem-me os defensores dessa idéia, mas acho que não!</p>
<p>Vamos estabelecer desde o princípio duas regras básicas.</p>
<p><span id="more-2929"></span>Primeira: a <strong>SENIORIDADE</strong> é <strong><em>sempre da pessoa e nunca do cargo</em></strong>. Não há o cargo Analista de RH Junior, mas, sim, o profissional pouco “competente” (no sentido de possuir poucas competências) que ocupa essa posição. Compete a esse profissional incorporar competências: mais conhecimentos, mais experiência, mais habilidades que o capacitem a ostentar um nível mais elevado de <strong>SENIORIDADE</strong>. Segunda: temos que ter um parâmetro para podermos comparar O QUE o cargo requer para seu desempenho suficiente e O QUE o ocupante oferece para atender a esse desempenho.</p>
<p>Isso significa dizer que não podemos falar em objetividade na definição de padrões de <strong>SENIORIDADE</strong> se, antes, o <span style="text-decoration: underline;">perfil ou especificações</span> do cargo não forem estabelecidas.</p>
<p>Denomina-se <strong><em>perfil do cargo</em></strong> ao conjunto de competências (técnicas e comportamentais) que o ocupante deve reunir para o desempenho adequado do cargo: se atendê-las teremos um profissional PLENO, se superá-las teremos um profissional SÊNIOR, QUALIFICADO ou ESPECIALIZADO, se posicionar-se abaixo surge a figura do TRAINEE ou JUNIOR.</p>
<p>O perfil ao qual nos referimos é um subproduto da Avaliação dos Cargos da empresa e a etapa mais importante do seu processo de estruturação das funções e carreiras. Definido esse perfil resta-nos estabelecer algumas tabelas para dimensionar as competências que o ocupante do cargo comprovadamente possui valorizá-las, totalizá-las e posicionar essa soma na categoria correspondente.</p>
<p>Vejamos um exemplo:</p>
<p>O cargo de Analista de RH de uma empresa tem definidas as seguintes competências  para o desempenho pleno da função:</p>
<p><strong>TÉCNICAS</strong></p>
<p>Escolaridade:  <em>Curso Superior completo</em></p>
<p>Treinamentos:</p>
<ul>
<li><em>Curso Intensivo em um dos subsistemas de RH (R&amp;S, Treinamento, Cargos e Salários, Benefícios, Administração de Pessoal).</em></li>
<li><em>Office (Word, Excel e Power Point) básico.</em></li>
<li><em>Inglês nível básico para leitura.</em></li>
</ul>
<p>Experiência: <em>de 3 a 5 anos</em></p>
<p><strong>COMPORTAMENTAIS (listaremos apenas 3)</strong></p>
<ul>
<li><em>Comunicação</em></li>
<li><em>Relacionamento pessoal</em></li>
<li><em>Iniciativa</em></li>
</ul>
<p>O ocupante SENIOR ou QUALIFICADO seria o profissional que superasse esse perfil, por exemplo, já apresentasse um pós ou MBA na área, demonstrasse domínio de<strong> </strong>não apenas um, mas de 2 ou 3 dos subsistemas listados, conhecesse o Office no seu nível intermediário, fosse fluente no idioma ou reunisse experiência acima de 5 anos. Nas suas atitudes comportamentais o ocupante demonstra sempre exceder às expectativas acima listadas.</p>
<p>Em contrapartida, o ocupante que estivesse abaixo desse nível de competências seria classificado como JUNIOR ou TRAINEE: escolaridade superior incompleta, apresenta parcialmente os treinamentos necessários, é iniciante na sua carreira e “verde” nas suas atitudes.</p>
<p>Um Manual poderia pontuar cada uma dessas competências e a soma dos pontos obtidos em cada uma posicionaria o ocupante no nível adequado de <strong>SENIORIDADE</strong>, exatamente como num <strong><em>Programa de Milhagem</em></strong>! Competiria ao ocupante reunir tais competências (subsidiadas ou não pela empresa) e atualizar seu prontuário e ao RH atentar para a evolução dessas competências e sugerir a mudança do nível de <strong>SENIORIDADE</strong> do ocupante em função do total de “milhas” ou competências acumuladas.</p>
<p>Perdoem-me, novamente, os que entendem que experiência é tudo. Não descarto essa competência, mas de pouco adianta se não for acompanhada da devida qualidade.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.inpg.edu.br/?corpo_docente/21/jose_francisco_d%B4annibale/378/" target="_blank">José Francisco D´Annibale</a> - professor do INPG Business School  do módulo de Cargos e Salários no curso MBA em Gestão de Pessoas</p></blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>Dispersão costuma ser ruim</title>
		<link>http://www.inpgblog.com.br/dispersao-costuma-ser-ruim/</link>
		<comments>http://www.inpgblog.com.br/dispersao-costuma-ser-ruim/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 10:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inpg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Há profissionais que têm muitos talentos e interesses. Tanto podem se dar bem no marketing, quanto em recursos humanos, quanto em pintura ou escultura. É bom, mas usualmente isso traz um efeito colateral que atrapalha significativamente muitas carreiras: a dispersão. A pessoa navega de uma área a outra, ao longo da vida profissional, atingindo relativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há profissionais que têm muitos talentos e interesses. Tanto podem se dar bem no marketing, quanto em recursos humanos, quanto em pintura ou escultura. É bom, mas usualmente isso traz um efeito colateral que atrapalha significativamente muitas carreiras: a dispersão. A pessoa navega de uma área a outra, ao longo da vida profissional, atingindo relativos sucessos em suas empreitadas, mas não dá o devido tempo à realização de um nível de sucesso realmente significativo em nenhuma delas.</p>
<p>Nada mal em ter talentos ou interesses diversos. Parabéns, pois isso cria condição para um desempenho excelente. Mas, não se pode esquecer da estratégia &#8211; a direção geral, o rumo. A estratégia deve colocar o talento e a motivação numa trilha em que os resultados poderão ser mais promissores. O profissional deve controlar o impulso a fazer de tudo um pouco, dando profundidade ao seu esforço no segmento escolhido. Os talentos extras e os interesses variados então poderão dar colorido às ações daquela área &#8211; e tudo se compõe de modo sinérgico e administrado. Assim, costuma-se ir mais longe.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.inpg.edu.br/homesite/news.asp?professor=45" target="_blank">José Antonio Rosa</a> - @redator do INPG BLOG</p></blockquote>
<p>“Dispersão costuma ser ruim” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dá pra encarar os consumidores nas redes sociais? Não dá &#8211; O case Ruffles</title>
		<link>http://www.inpgblog.com.br/da-pra-encarar-os-consumidores-nas-redes-sociais-nao-da-o-case-ruffles/</link>
		<comments>http://www.inpgblog.com.br/da-pra-encarar-os-consumidores-nas-redes-sociais-nao-da-o-case-ruffles/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 10:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inpg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing e Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana tive ciência de um ‘case’ muito legal. Os consumidores como tem acontecido já faz algum tempo, desde que as redes sociais cresceram e ganharam na importância, tem sido cruéis com algumas marcas (no bom sentido). Uma vez que o alcance de nossas palavras/voz nas redes sociais, são amplificadas de maneira jamais vista,  grupos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana tive ciência de um ‘case’ muito legal.</p>
<p>Os consumidores como tem acontecido já faz algum tempo, desde que as redes sociais cresceram e ganharam na importância, tem sido cruéis com algumas marcas (no bom sentido).</p>
<p>Uma vez que o alcance de nossas palavras/voz nas redes sociais, são amplificadas de maneira jamais vista,  grupos homogêneos se formam e nós ficamos fortes e muitas empresas morrem de medo do que falamos e compartilhamos, muito por não saber como lidar com os imprevistos.</p>
<p>Essa nova era, causou mudanças significativas nas áreas de comunicação e marketing das empresas, que precisam pensar, repensar, pesar e planejar e pensar mais, antes de responder alguma provocação ou até mesmo uma brincadeira ou uma trolada.</p>
<p><span id="more-2904"></span>Nesse caso que trago para vocês, eu particularmente já tinha discutido com amigos, familiares e brincávamos muito com um produto especifico  – Batata Ruffles.</p>
<p>Quem já comprou esse produto, quando pega na embalagem, sente ela inchada, bem ampla. Quando se chega em casa e abre um pacote, você percebe que as maravilhosas batatinhas se reservam na parte de baixo do pacote somente.</p>
<p>Isso sempre causou uma frustração, principalmente por ser um produto maravilhoso e bem gostoso. A Pepsico, claro não tem culpa alguma, identifca a quantidade no pacote e tudo mais.</p>
<p>Agora avance no tempo. A Ruffles fez uma fan page no Facebook, logo…veio trollagem.</p>
<p>E veio de muitas formas organizadas, piadas, reclamações e até montagens, como estas abaixo, que ficaram incríveis.</p>
<p><a title="ruffles_midiassociaisblog" href="http://amomarketing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ruffles_midiassociaisblog.jpg" rel="wp-prettyPhoto[g7520]"><img title="ruffles_midiassociaisblog" src="http://amomarketing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ruffles_midiassociaisblog.jpg" alt="" width="550" height="335" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a title="ruffles-saco-de-ar02" href="http://amomarketing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ruffles-saco-de-ar02.jpg" rel="wp-prettyPhoto[g7520]"><img title="ruffles-saco-de-ar02" src="http://amomarketing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ruffles-saco-de-ar02.jpg" alt="" width="600" height="472" /></a></p>
<p>Qual a postura da empresa? Bater de frente com o pessoal? Excluir comentário? Tirar do ar a fan page?</p>
<p>Lógico que não, empresa moderna e esperta que é, respondeu a altura, e de maneira brilhante.</p>
<p>Explicou, prestou serviço, brincou, usou ironia na medida certa e aceitável…resultado? Puta sucesso, a galera adorou.</p>
<p>E lógico, virou post em vários blogs.</p>
<p>Essa é a postura 2.0. Marcas modernas, indo para a cova dos leões, não se matando com eles, mas aprendendo, educando, brincando e crescendo junto com eles.</p>
<p>Parabéns para a equipe Pepsico, brilhante trabalho, um case para ser seguido.</p>
<p>Um abraço -@reinaldocirilo.</p>
<p><a href="http://www.blogdobg.com.br/2012/01/ruffles-surpreende-e-responde-piadinhas-de-saco-de-ar-que-circulava-das-redes-sociais/" target="_blank">Vi no Blog do BG</a></p>
<p><a title="ruffles-saco-de-ar03" href="http://amomarketing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ruffles-saco-de-ar03.jpg" rel="wp-prettyPhoto[g7520]"><img title="ruffles-saco-de-ar03" src="http://amomarketing.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ruffles-saco-de-ar03.jpg" alt="" width="520" height="2154" /></a></p>
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		<title>Humor • Por Dorinho Bastos</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 10:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inpg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Charge]]></category>

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		<description><![CDATA[Prof. Dorinho Bastos – Professor do INPG Business School e @cartunista do INPG BLOG]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2847" title="propmark_09_10_12 Baixa" src="http://www.inpgblog.com.br/wp-content/uploads/2012/01/propmark_09_10_12-Baixa.jpg" alt="" width="500" height="717" /></p>
<blockquote><p><a href="http://www.inpg.edu.br/?corpo_docente/21/dorinho_bastos/182/">Prof. Dorinho Bastos</a> – Professor do INPG Business School e <a href="http://www.dorinho.com.br/">@cartunista</a> do INPG BLOG</p></blockquote>
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		<title>O dom de negociar</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 10:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inpg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo este texto com um título que julgo ser zero em criatividade. Dando uma busca no Google tenho a certeza que haverá dezenas de textos iguais ou com algumas variáveis com “A arte de negociar”. Não pretendo aqui expor as técnicas ou fórmulas mirabolantes que alguns especialistas disponibilizam e sim explorar um pouco as duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo este texto com um título que julgo ser zero em criatividade. Dando uma busca no Google tenho a certeza que haverá dezenas de textos iguais ou com algumas variáveis com “A arte de negociar”.</p>
<p>Não pretendo aqui expor as técnicas ou fórmulas mirabolantes que alguns especialistas disponibilizam e sim explorar um pouco as duas pontas de uma negociação.</p>
<p>Acredito que todos nós somos excelentes negociadores. O que fazemos desde pequenos se não negociar diversas situações de nossas vidas?</p>
<p>Quando crianças, negociamos com nossos pais aquele doce ou brinquedo que queremos e invariavelmente sempre ganhamos utilizando a grande arma: o choro e os temidos berros.</p>
<p><span id="more-2926"></span>Depois passamos por muitas situações e na vida adulta continuamos isso. Os homens sempre negociam aquele encontro com os amigos para uma pelada seguida de muitas horas de cerveja.</p>
<p>No nosso dia-a-dia de Comex também temos as negociações. O sucesso para uma boa negociação depende, além de nossos objetivos, os objetivos da outra parte. A boa negociação é um equilíbrio entre as partes, ou o chamado ganha-ganha.</p>
<p>Dentre as técnicas disponíveis a mais relevante é a de fazer a outra parte acreditar que você está excedendo seus limites para conseguir um bom acordo. Fazer isso sem subestimar o seu negociador é um grande passo na vitória.</p>
<p>A palavra dom, utilizada no título deste texto, tem sua origem no Latim, dominus, significa proprietário, possuidor, senhor de algo.**.</p>
<p>Sendo assim, ao contrário do que muitas vezes aprendemos que é algo com o qual se nasce, dom é algo que pode ser desenvolvido.</p>
<p>** Etimologia, dicionário Houaiss online.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.profissionaiscomex.com/profile/RobertoAVazquez " target="_blank">Roberto Vazquez</a> &#8211; @redator do blog P<a href="http://www.profissionaiscomex.com/" target="_blank">rofissionais Comex</a></p></blockquote>
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		<title>Avaliação de Desempenho, Avaliação de Mérito&#8230; Sua empresa ainda concede aumentos salariais com base nessas ferramentas?</title>
		<link>http://www.inpgblog.com.br/avaliacao-de-desempenho-avaliacao-de-merito-sua-empresa-ainda-concede-aumentos-salariais-com-base-nessas-ferramentas/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 10:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inpg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos deixar bem claro: este artigo não tem qualquer intenção de criticar a ferramenta ou a prática de uma empresa em avaliar pessoas visando seu desenvolvimento profissional, redirecionamento de carreira, levantar necessidades de treinamento nem, tampouco, o hábito intrínseco ao ser humano de julgar o seu semelhante – afinal, isso é bíblico (“Não julgueis, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos deixar bem claro: este artigo não tem qualquer intenção de criticar a ferramenta ou a prática de uma empresa em avaliar pessoas visando seu desenvolvimento profissional, redirecionamento de carreira, levantar necessidades de treinamento nem, tampouco, o hábito intrínseco ao ser humano de julgar o seu semelhante – afinal, isso é bíblico (“Não julgueis, e não sereis julgados” – Mateus 7:2).</p>
<p>A Avaliação de Desempenho, com o propósito que conhecemos data do século XIX desenvolvida para uso do exército americano e, posteriormente, assimilada por empresas privadas como a GM. Na segunda metade do século XX, com a intensificação da presença de empresas multinacionais no Brasil, a formalização do processo de Avaliação de Desempenho espalhou-se e constituiu-se num avanço, numa prática moderna de gestão de pessoas embora limitada à avaliação do período de experiência, para justificar promoções e&#8230; reajustes salariais, embora para este uso fosse mais conhecida por <strong>Avaliação de Mérito</strong>.</p>
<p>A Avaliação de Mérito tinha data certa (geralmente em Setembro, pois antecedia os Acordos Coletivos das principais categorias sindicais), era unilateral, pois apenas o avaliador emitia sua opinião e fechada, apenas o RH (ou seria melhor dizer o DP?) tinha o “segredo” da tabulação e a prerrogativa da publicação do temível resultado.</p>
<p><span id="more-2912"></span>Mas qual o problema em justificarmos reajustes salariais através de uma avaliação formal? Há alguns pontos problemáticos que gostaria de comentar:</p>
<ul>
<li><strong>O bom desempenho pode não ser constante, mas o salário, por lei, é irredutível. </strong>Quem garante que o funcionário premiado com um reajuste real de salário decorrente de um bom desempenho formalizado pela avaliação de desempenho neste ano pode repetir a dose no ano seguinte?  E se o seu rendimento estiver abaixo da crítica no ano seguinte deve ele “devolver” o que está recebendo a mais nesse ano?<strong></strong></li>
<li><strong>Reajuste incorporado ao salário implica em custos maiores.  </strong>É notória a elevada carga fiscal sobre a folha de pagamento<strong> </strong>o que significa dizer  que cada centavo incorporado ao salário representa quase o mesmo valor em encargos.<strong></strong></li>
<li><strong> Situação financeira da empresa. </strong> Será que o momento econômico da empresa favorece a manutenção dessa prática?<strong>  </strong>Várias vezes vi empresas que, sob pressão interna (ameaça de greve) ou externa (Sindicatos), mantiveram as avaliações por mérito, reajustaram salários para, meses depois, reduzirem o quadro de pessoal para compensar o aumento real da folha de pagamento.<strong>    </strong>Desgastante, não?           <strong></strong></li>
</ul>
<p>Mas, e aí? Sem possibilidades racionais para a manutenção dos reajustes salariais por mérito? Obviamente, nada está perdido desde que possamos introduzir dois novos conceitos:</p>
<p>1)    No lugar de Aumento Real passamos a utilizar Ganho Real.</p>
<p>2)    Política de Remuneração Variável nos termos da legislação brasileira (Lei no. 10.101.</p>
<p><strong>GANHO REAL</strong></p>
<p>Entendo que, de um modo geral, desde que “entre algum no meu bolso” não interessa o meio (obviamente estou falando de um ganho honesto!): aumento salarial, gratificação, bônus, prêmio, etc.</p>
<p>Imagine a concessão de um bônus equivalente a 1 (um) salário para alguém com remuneração mensal de R$ 1.000,00, o que tem sido bastante usual nos dias de hoje. Se dividirmos esse valor pelos 12 meses do ano chegamos a um ganho/mês de R$ 83,33 ou 8,33% do salário, isto é, se alguém tivesse um reajuste salarial de 8,33% seu ganho, no final do período, seria equivalente a concessão do bônus. Que empresa concede atualmente reajustes salariais reais na casa de 8,33%%?</p>
<p><strong>POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL</strong></p>
<p>A coisa mais sensata em termos de legislação nas últimas décadas foi a promulgação da lei que trata da forma de distribuição de resultados, pois vem <strong>de </strong>encontro a tudo o que comentamos acima.</p>
<p>Um moderno Plano de Remuneração Variável deve contemplar 3 aspectos:</p>
<ul>
<li>Resultados globais da empresa, resultados setoriais e resultados individuais.</li>
</ul>
<p>Os resultados globais responsabilizam-se pelos recursos financeiros que propiciam a concessão do bônus – sem os resultados da empresa não há como falar em distribuição aos funcionários por melhor que fossem seus desempenhos individuais. Os s setoriais referem-se à contribuição de cada área no esforço sinérgico para o alcance ou superação das metas globais e os individuais refletem a contribuição do <strong>desempenho </strong>de cada funcionário nesse esforço.</p>
<p>Pronto, a equação está montada!  O desempenho do funcionário que antes poderia resultar no reajuste real do seu salário agora passa a contribuir com uma menor ou maior fatia no seu bônus&#8230; e com inúmeras vantagens!  Senão, vejamos:</p>
<ul>
<li><strong>Reajuste salarial x ganho real. </strong>O ganho que o funcionário venha a auferir com o seu desempenho não integra seu salário, este permanece o mesmo e não suscita idéias de sua redutibilidade. Caso seu desempenho despenque mais à frente ele simplesmente não estará elegível para o bônus.<strong></strong></li>
<li><strong>Sem encargos. </strong>Enquanto o reajuste real dos salários implicava em encargos trabalhistas nada decorre do ganho real, pois pela lei a distribuição dos resultados é isenta de taxas.<strong></strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Situação financeira. </strong>Nada é mais cristalino do que a justificativa da não distribuição do bônus pela simples constatação dos (maus) resultados da empresa – e isso amparado pela legislação e pelo Acordo Sindical assinado pelo Sindicato e a Comissão representativa dos funcionários.</li>
</ul>
<p>Com um plano de remuneração variável a Avaliação de Desempenho reveste-se de um novo e intenso papel, mais válida do que nunca para conceder ganhos salariais individuais, mas sem perder o foco da contribuição individual para o alcance ou superação dos objetivos setoriais e globais da empresa através do desenvolvimento e aprimoramento profissional, treinamentos eficazes, conduta coerente e integração ao negócio da empresa.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.inpg.edu.br/?corpo_docente/21/jose_francisco_d%B4annibale/378/" target="_blank">José Francisco D´Annibale</a> - professor do INPG Business School  do módulo de Cargos e Salários no curso MBA em Gestão de Pessoas</p></blockquote>
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		<title>Controle a fala e ganhe pontos</title>
		<link>http://www.inpgblog.com.br/controle-a-fala-e-ganhe-pontos/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inpg</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[A raiva busca um meio de expressão e a pessoa fala. Falar com raiva na maioria das vezes é perder pontos. O fechar a boca sempre foi sábio nesses casos. A fala compulsiva para agredir, descontrole emocional aprendido ao longo da vida, só traz resultados negativos: ofensas, mágoas, inimizades, criação de resistências. Mas, muita gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A raiva busca um meio de expressão e a pessoa fala. Falar com raiva na maioria das vezes é perder pontos. O fechar a boca sempre foi sábio nesses casos. A fala compulsiva para agredir, descontrole emocional aprendido ao longo da vida, só traz resultados negativos: ofensas, mágoas, inimizades, criação de resistências. Mas, muita gente continua usando a fala para agredir, possivelmente por não ter-se dado conta de que o faz ou porque não consegue controlar a compulsão.</p>
<p>Hoje já está mais que claro que a inteligência emocional é fundamental e que pode ser desenvolvida. Começar por fechar a boca em situação de raiva pode ser uma boa alternativa.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.inpg.edu.br/homesite/news.asp?professor=45" target="_blank">José Antonio Rosa</a> - @redator do INPG BLOG</p></blockquote>
<p>“Controle a fala e ganhe pontos” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa</p>
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