Archive for the ‘ Mercado Financeiro ’ Category

A relevância da consultoria e assessoria nas empresas

Por mais simples que possa parecer um problema, enfrentado pelas empresas hoje em dia, sempre haverá a necessidade de dar atenção ao mesmo – de avaliá-lo, tratá-lo, e, aprender com tal experiência-, para que se possam evitar certas mazelas empresarias e certamente outros problemas ainda maiores no futuro.

Esta decisão e atitude de olhar os problemas sejam eles pequenos ou grandes, na verdade não é uma tarefa tão simples e fácil, às vezes. As pessoas geralmente tem dificuldade de encarar situações que mereça especial atenção e muita das vezes deixam passar estas oportunidades, tão importantes e relevantes para os negócios; senão no momento em que acontecem, mas num futuro próximo, onde as consequências ocasionalmente são mais impactantes.

É como ir ao médico. Sabemos que precisamos e não vamos, apesar do risco de um problema pequeno se tornar grande e levar a consequências trágicas e às vezes irreversíveis. Tudo isso por temeridade a verdade ou por irresponsabilidade consigo e com aqueles que dependem de você. O mesmo ocorre na gestão das empresas hoje em dia.

Leia mais

10 dicas para atender o mercado das classes C, D

A TNS é a maior empresa de pesquisa de mercado customizada do mundo com escritórios e presença em 75 países. Especializada em prover insights e orientações para auxiliar seus clientes na tomada de decisões, a empresa detém amplo conhecimento sobre diferentes segmentos de negócios: Consumo, Telecom & TI, Financeiro, Varejo, Healthcare e Automotivo.

No Seminário Compra e Venda do Futuro na Amcham-SP, Karina Milaré, Diretora de Planejamento do Setor de Consumo da TNS, apresentou 10 dicas para atender o Mercado das Classes C, D.

Mercado Consumidor – Classe C, D :

1) Considere suas ( complexas ) equações de desembolso
2) Ofereça produtos de qualidade
3) Desenhe promoções concretas
4) Papel no PDV – Ponto de Venda, transforme em um local de convívio
5) Gere identificação
6) Fale com ele de forma simples e direta
7) Considere seus valores tradicionais ( Família, Mãe, etc…)
8 ) Inove
9) Lembre-se dos consumidores jovens da base da pirâmide ( classe C, D )
10) Conheça o seu consumidor, vá visita-lo.

Bons Negócios,

Laecio Barreiros – @redator do INPG BLOG e do Blog L&Barreiros Controladoria

 

Este post foi publicado no Blog L&Barreiros Controladoria em 29/04/2011

 

Ainda que sem “ex-tarifários” publicados, também é possível desembaraçar os bens com redução do imposto de importação

Quase todos importadores de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT) buscam obter “ex-tarifários” para reduzir custos nas suas importações, com a redução temporária do imposto de importação desses bens quando não houver “produção nacional”.

Todos os pleitos passam pelo crivo das entidades de classe representantes dos fabricantes nacionais, com a palavra final do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).

Leia mais

Clube de Investimento: A união faz a força

Para quem acha que aplicar no mercado de ações precisa ter muito dinheiro e conhecimento se engana. O Clube de Investimento é uma forma de aplicar na Bolsa de Valores recursos menores que tem como objetivo, entre outros, ser um instrumento de aprendizado para o pequeno investidor. Trata-se de um condomínio composto por pessoas físicas para manter, em comum, uma carteira de ações e títulos.

O Clube pode ser criado por empregados ou contratados de uma empresa ou por um grupo de pessoas que tenham interesses em comum e ter as mesmas condições de comprar e vender ações, como fazem os grandes investidores. A administração deverá ser de uma Corretora de Valores que cuidará da sua constituição e bom funcionamento. Junto com a Corretora, os participantes do Clube devem preparar o Estatuto Social, ou seja, o regulamento que prevê as normas e leis que devem ser seguidas. A BM&F BOVESPA é quem registra e fiscaliza o Clube.

O número de participantes é de no mínimo 3 e no máximo 150, porém, no caso de um Clube que reunir funcionários de uma mesma entidade, poderá ser maior. Entretanto um único membro não poderá ter mais de 40% do total das cotas. As aplicações de cada membro são representadas por aquisição de cotas. Cada cota corresponde à divisão do valor do patrimônio do Clube pelo número total de cotas.

Entre as vantagens oferecidas pelo Clube estão: permitir a participação ativa na gestão dos recursos, o que constitui excelente forma educativa, embora exija certa disciplina; criar o hábito de investir, que se for mensalmente ajuda manter uma média, pois é difícil prever o melhor momento; maior flexibilidade diversificando as aplicações em Leia mais

Clube de Investimento: A união faz a força

Para quem acha que aplicar no mercado de ações precisa ter muito dinheiro e conhecimento se engana. O Clube de Investimento é uma forma de aplicar na Bolsa de Valores recursos menores que tem como objetivo, entre outros, ser um instrumento de aprendizado para o pequeno investidor. Trata-se de um condomínio composto por pessoas físicas para manter, em comum, uma carteira de ações e títulos.

O Clube pode ser criado por empregados ou contratados de uma empresa ou por um grupo de pessoas que tenham interesses em comum e ter as mesmas condições de comprar e vender ações, como fazem os grandes investidores. A administração deverá ser de uma Corretora de Valores que cuidará da sua constituição e bom funcionamento. Junto com a Corretora, os participantes do Clube devem preparar o Estatuto Social, ou seja, o regulamento que prevê as normas e leis que devem ser seguidas. A BM&F BOVESPA é quem registra e fiscaliza o Clube.

O número de participantes é de no mínimo 3 e no máximo 150, porém, no caso de um Clube que reunir funcionários de uma mesma entidade, poderá ser maior. Entretanto um único membro não poderá ter mais de 40% do total das cotas. As aplicações de cada membro são representadas por aquisição de cotas. Cada cota corresponde à divisão do valor do patrimônio do Clube pelo número total de cotas.

Entre as vantagens oferecidas pelo Clube estão: permitir a participação ativa na gestão dos recursos, o que constitui excelente forma educativa, embora exija certa disciplina; criar o hábito de investir, que se for mensalmente ajuda manter uma média, pois é difícil prever o melhor momento; maior flexibilidade diversificando as aplicações em Leia mais

Lições e reflexões na gestão de negócios

O ambiente internacional de negócios foi tema do Seminário Avançado Internacional, que integra os programas de MBA Executivo do INPG.  De alta relevância,  desenvolvido num padrão digno de ensino de excelência, propiciou uma visão global sobre as tendências e estratégias para os próximos anos,em momento oportuno pelo atual cenário de crise financeira e mudanças competitivas.

O Conferencista Prof.Dr. Ervin L. Black, Doutor em Contabilidade e Finanças e Professor da Brigham Young University, discorreu sobre o assunto com extrema competência, transmitindo valiosos conhecimentos e importantes lições.  A partir da crise de crédito em 2007, provocada por problemas do banco BNP Paribas, até o pico em 2008 com o colapso do Lehman Brothers, foi elaborada uma análise profunda dos impactos sobre as empresas e a gestão dos negócios.

O ilustre Conferencista destacou que no mercado globalizado é fundamental a aplicação de modelos de gestão dotados de extrema eficiência visando o resultado,  que exige também o controle de riscos. Riscos operacionais, relativos ao processo de produção e riscos financeiros, existentes pelas flutuações do mercado financeiro.

Estas questões conduzem para algumas reflexões. Como exemplo de risco operacional  lembramos do recente caso de “recall” da Leia mais

Inflação e o poder de consumo

A inflação é considerada como um aumento generalizado dos preços da economia, “pois os aumentos dos preços não ocorrem apenas sobre um pequeno conjunto de preços ou sobre um setor específico da economia”. Mais especificamente, ela representa a variação de preços que se observa na estrutura de consumo das famílias num determinado período de tempo. E essa estrutura de consumo é que faz as pessoas se sentirem mais ou menos satisfeitas, ou realizadas, no atendimento de suas necessidades e desejos do seu dia-a-dia.

À medida que os salários das pessoas se mantêm constantes durante um determinado período de tempo, normalmente um ano, a elevação dos preços dos bens e serviços consumidos por essas pessoas faz com que, ao longo desse período, o poder de compra do salário se deteriore, ficando cada vez mais reduzido até a chegada do novo reajuste. Os proprietários de imóveis alugados também são prejudicados, apesar de em processos inflacionários os imóveis tendem a se valorizar, normalmente mais que a inflação. Por outro lado, aqueles que têm renda livre são favorecidos pelo processo inflacionário.

Explicando numericamente. Suponhamos que o salário, hoje, seja de R$ 2.000 por mês, e que os preços dos produtos que costumamos comprar aumentem em 0,5% no mês. Isto significa que no Leia mais

Mercado de ações: cassino ou investimento?

Antes do estouro da bolha imobiliária dos Estados Unidos em 2007, registrou-se um período de constante valorização no mercado de ações. A quebra do Banco Lehman Brothers foi um marco do início da crise econômica e financeira, considerada a maior desde 1929, e provocou forte queda nas cotações e a sensação de pânico entre os investidores.

Entre abril de 2009 e março de 2010, o Índice Bovespa, que retrata o comportamento das principais ações negociadas na Bolsa, se recuperou e acumula uma valorização de 61,27%. Como acontece em todas as fases de euforia, as altas taxas de lucratividade atraem a atenção de novos investidores para o mercado de ações, formando uma perigosa idéia de que a Bolsa sempre proporciona situações de ganho.

Pesquisas realizadas, tanto em mercados mais desenvolvidos como em nosso próprio mercado,  demonstram que o investimento em ações oferece resultados mais positivos a longo prazo. É preciso Leia mais

Mercado Financeiro: “Suitability”, uma nova visão

Entrou em vigor o acordo de autorregulação do setor para instituições que lidam com produtos de investimentos que deverão aplicar questionário para avaliar o perfil do investidor. As perguntas buscam identificar o objetivo do investimento, o horizonte e expectativas de médio e longo prazo e o conhecimentodo mercado de capitais.
O mecanismo, já difundido nos mercados europeu e norte-americano, é conhecido como “suitability” e significa adequação. Chega na hora certa, diante de um cenário de juros e inflação menores. É quando o investidor precisa verificar se o produto que tem chances de oferecer uma rentabilidade melhor está em linha com seu perfil de tolerância ao risco.
Em pesquisa feita entre investidores brasileiros de alta renda apenas uma minoria tinha as aplicações dentro de seu perfil. Mostra um predomínio do investidor conservador mas com potencial para diversificar e disposto a migrar para investimentos de maior risco. É uma mudança cultural e um novo paradigma.
A política do “suitability” proporciona um duplo ganho. Por um lado a instituição financeira vai agregar valor aos serviços prestados na orientação e administração das aplicações com soluções mais científicas. Por outro lado, o investidor passa a conhecer e respeitar seu perfil para maior segurança na tomada de decisão.

Walter Cestari