Archive for the ‘ Gestão de Pessoas ’ Category

Conflitos e Emoções

A sociedade em que vivemos é tensa, empresas nem se fala, são cenários de conflitos individuais, coletivos e as conseqüências são visíveis. Eles surgem em todos os níveis, por diversas razões e em função do ajustamento entre o que queremos versus o que é permitido e com o que fazemos. Devemos considerar os modelos mentais como a base dos nossos pensamentos e comportamentos. O que acreditamos que é o certo, o que nos ensinaram na vida familiar, social, nem sempre correspondem com a realidade em que vivemos. Ao mesmo tempo, surgem também, os conflitos do próprio negócio, com clientes, concorrentes, mercado, etc.. O que mais percebemos fortemente nas empresas são os conflitos de interesses, os pessoais sobrepondo-se o da empresa, da coletividade, como também aqueles que surgem frente ao sucesso, inveja e o jogo de vaidade. A administração de conflitos é acima de tudo lidar favoravelmente neste cenário, situações adversas e com a diversidade. Ela gera conflitos, porém é ela que quando provocada corretamente, busca a solução.
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O dilema da senioridade… Por que eu sou Junior e o meu colega já é Sênior?!

Não há nada que atormente mais um Gestor ou desmotive um funcionário quando a atribuição da SENIORIDADE de alguém não está clara ou criteriosamente definida: por que eu ainda sou Junior e até quando? O que devo fazer para tornar-me um profissional Sênior?  E por aí vai…

Por favor, evitemos o eterno refrão: “meu tempo de casa ou experiência é menor que o do meu colega”. Será que experiência é a única competência para definirmos SENIORIDADE? Perdoem-me os defensores dessa idéia, mas acho que não!

Vamos estabelecer desde o princípio duas regras básicas.

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A implantação de uma estrutura formal de cargos e salários invariavelmente onera a folha da empresa

Mito ou Verdade?

Geralmente ao reunir-me com empresas que pretendem implantar uma estrutura de remuneração formal (completa, com descrições dos cargos, avaliações, comparações com o mercado, classificação e faixas salariais) uma pergunta surge: Qual será o impacto dessa implantação na atual Folha de Pagamento?  Quanto mais onerosa ela ficará?

A idéia de que a empresa aumentará seus custos após o “furacão” que a implantação de uma estrutura de cargos e salários causará é puro mito e normalmente isso é provado quando apresentamos as propostas de enquadramento salarial  (salário atual x salário proposto pela nova estrutura) ao final do trabalho. Há alguns fatores que derrubam essa impressão inicial com a qual sou abordado pelos dirigentes da empresa-cliente logo nos primeiros contatos:

1)      Quando uma empresa não tem uma estrutura formal de remuneração paralelamente não está acostumada a pesquisar salários ou compará-los objetivamente com o mercado em que atua ou concorre. O parâmetro para comparação é o salário pretendido pelos candidatos no preenchimento da Proposta de Emprego ou uma rápida olhada no salário atual desses candidatos. Acontece que o mercado segue a velha regra da oferta e da procura, com retrações e expansões que não necessariamente seguem a lógica linear que a empresa pratica ano após ano com as tradicionais correções legais/sindicais que, não raro, embutem algum ganho real.

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O crescimento do emprego para os idosos: Os novos desafios

Muito além de meras reflexões sobre o problema da permanência ou reinserção do trabalhador idoso no mercado de trabalho, o certo é que o número  de trabalhadores com mais de 50 anos – muitos já considerados idosos – aumentou de 2003 para 2011em 56,1% segundo o IBGE. Na realidade estamos observando uma mudança no perfil do mercado de trabalho, explicado pelo processo de envelhecimento da população brasileira.
O processo de envelhecimento, é um desafio para acadêmicos e administradores de empresas e, ao mesmo tempo, um desafio, que não pode (e não deve) ser explicado por uma única disciplina. Medeiros (2003) ensina que, “A velhice é um evento complexo [...] que possa ser discutido por apenas uma disciplina. Exige diferentes olhares e, portanto, do ponto de vista metodológico, ele só pode ser trabalhado através da interdisciplinaridade”.
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Arte e expressão desenvolvendo competências pessoais

Os profissionais hoje inseridos no mercado vivenciam as fortes exigências de responder, cada vez mais prontamente, com o conhecimento específico de sua área às necessidades que este novo tempo nos apresenta. No entanto, e curiosamente, percebe-se cada vez mais manifesto, o movimento crescente de abrir espaços ao auto-conhecimento, ao corpo, saúde, espiritualidade, as relações interpessoais, a arte… Que movimento é este?
É o retorno aos princípios e valores importantes para o homem e humanizar o ser significa recolocá-lo dentro do equilíbrio de sua integridade física, emocional, racional e espiritual. É fazer despertar a consciência para valores essenciais, fazendo perceber-se como ser criador e único, importante para a transformação do contexto histórico e cultural ao qual pertence.
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Conteúdo nas universidades para profissionais de RH

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Maria Inês Felippe – Coordenadora dos cursos de MBA em Gestão Estratégica de T&D

O papel do RH na inovação

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Maria Inês Felippe – Coordenadora dos cursos de MBA em Gestão Estratégica de T&D

Quando devemos investir em pessoas

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Maria Inês Felippe – Coordenadora dos cursos de MBA em Gestão Estratégica de T&D

Entrevista com Lídia Dantas. Confira!

O INPG BLOG entrevistou a ex-aluna do MBA Executivo em Recursos Humanos do INPG, Lídia Dantas, que no dia 18 de fevereiro ministrou o I Encontro Multidisciplinar IGEN – Centros de Diálises. A finalidade do encontro foi integrar e sensibilizar alguns profissionais envolvidos no processo de transplante de órgãos. Foi realizado no Green Place Flat, em São Paulo.
Ela gentilmente cedeu um pouco do seu tempo para responder as perguntas abaixo com experiências, dicas e desafios.

1. Como foi a experiência em ministrar palestras?
Resposta: Confesso que enquanto pude postergar a possibilidade de falar em público o fiz. Porém chega um momento na carreira, e porque não na vida, que não há mais como fugir, a situação te leva a uma exposição involuntária.Ministrar palestras pra mim está se tornando algo prazeroso, o nervosismo e a tensão são coadjuvantes que temperam a experiência.
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Gestão Feminina

Preocupar-se com o outro, buscar melhorar o ambiente de trabalho, melhores condições, entrosamento de equipe e tirar o melhor de cada um, estas são qualidades femininas de gerenciamento.

O estilo de gerenciamento não faz sucesso atualmente. Ele é mais um vir a ser, uma possibilidade, ou quem sabe, até uma necessidade do futuro.

Não faz sucesso porque não objetiva imediatamente lucro. O objetivo primário é criar um time vencedor, coeso, com cada um dando o seu melhor para que todos consigam “chegar lá”. Como essa meta não é facilmente mensurável, o sistema atual conclui que essa metodologia não é eficaz. Mas será que não é mesmo?
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