Archive for the ‘ Comportamento ’ Category

Reclamações, uma oportunidade de melhoria

Pesquisas nos dizem que quando um cliente tem um problema e a empresa o resolve de forma simples e rápida, este cliente se torna mais fiel à empresa do que àqueles que nunca tiveram problema algum.

Concordo plenamente, pois precisamos ter uma coisa em mente absolutamente verdadeira: não existem empresas, produtos ou seres humanos perfeitos, portanto estamos sujeitos às falhas.

Mas existe uma atitude chamada “excelência”, que é procurar o grau máximo de qualidade e perfeição. Se reconheço que sou passível de falhas, reconheço que preciso me aprimorar e me preparar para evitá-las.

Aqui está a questão crucial nos dias de hoje:  as empresas precisam reconhecer que falham, e a excelência está em resolver estas falhas, pois afinal de contas o cliente não tem nada à ver com isso.

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Dispersão costuma ser ruim

Há profissionais que têm muitos talentos e interesses. Tanto podem se dar bem no marketing, quanto em recursos humanos, quanto em pintura ou escultura. É bom, mas usualmente isso traz um efeito colateral que atrapalha significativamente muitas carreiras: a dispersão. A pessoa navega de uma área a outra, ao longo da vida profissional, atingindo relativos sucessos em suas empreitadas, mas não dá o devido tempo à realização de um nível de sucesso realmente significativo em nenhuma delas.

Nada mal em ter talentos ou interesses diversos. Parabéns, pois isso cria condição para um desempenho excelente. Mas, não se pode esquecer da estratégia – a direção geral, o rumo. A estratégia deve colocar o talento e a motivação numa trilha em que os resultados poderão ser mais promissores. O profissional deve controlar o impulso a fazer de tudo um pouco, dando profundidade ao seu esforço no segmento escolhido. Os talentos extras e os interesses variados então poderão dar colorido às ações daquela área – e tudo se compõe de modo sinérgico e administrado. Assim, costuma-se ir mais longe.

José Antonio Rosa - @redator do INPG BLOG

“Dispersão costuma ser ruim” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa

Controle a fala e ganhe pontos

A raiva busca um meio de expressão e a pessoa fala. Falar com raiva na maioria das vezes é perder pontos. O fechar a boca sempre foi sábio nesses casos. A fala compulsiva para agredir, descontrole emocional aprendido ao longo da vida, só traz resultados negativos: ofensas, mágoas, inimizades, criação de resistências. Mas, muita gente continua usando a fala para agredir, possivelmente por não ter-se dado conta de que o faz ou porque não consegue controlar a compulsão.

Hoje já está mais que claro que a inteligência emocional é fundamental e que pode ser desenvolvida. Começar por fechar a boca em situação de raiva pode ser uma boa alternativa.

José Antonio Rosa - @redator do INPG BLOG

“Controle a fala e ganhe pontos” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa

Esperando pelos outros, espere sentado

O que é realmente ser proativo? Entre outras coisas é: a) aceitar a responsabilidade pela sua vida; b) arregaçar as mangas e buscar o que se almeja. Muita gente fica esperando pelos outros e nem se dá conta disso. Por exemplo, um determinado autor iniciante lança um livro e fica esperando que a editora o leve ao sucesso. Isso jamais ocorrerá. As editoras não têm esse poder de criar o sucesso e se tivessem pagariam salário mínimo para seus autores. Outro exemplo, o engenheiro inicia-se no novo emprego e espera que a empresa ou o chefe o promovam, cuidem de sua carreira e seu futuro.Isso não acontecerá também. O que pode trazer o sucesso para o livro é o próprio livro: se ele for espetacular para um mercado grande (o que não quer dizer qualidade em termos absolutos), será descoberto e guinado à lista de best sellers, para alegria do autor e também da editora. Quem pode promover o novo engenheiro é ele próprio, ao fazer coisas de valor, ao contribuir decisivamente para a organização – logo será descoberto e puxado para cima, ou, no caso de a empresa ter uma patologia de eficiência que a faz abafar os bons, ele cairá fora e encontrará quem valorize seu mérito.

Difícil, mas é preciso mudar o ângulo de observação, o paradigma. Em vez de pensar o que o editor ou o chefe podem fazer é melhor perguntar o que eu posso fazer de excelente que me leve ao crescimento.

José Antonio Rosa - @redator do INPG BLOG

“Esperando pelos outros, espere sentado ” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa

Brasil, Eldorado para alguns…

Vejo algumas pessoas dizerem que, para vencer é preciso sair do Brasil e “tentar” a sorte lá fora.

Estamos vendo as grandes nações, antes consideradas exemplo e modelo para outros países como o nosso, precisando de recursos para salvar suas economias e evitarem calotes mundo afora. Inclusive o próprio Brasil está na mira destes necessitados para fornecer apoio financeiro.

Penso que, se qualquer cidadão se dispusesse a fazer o esforço e até certa submissão que vemos alguns fazendo noutros países para sobreviverem; no Brasil, elas seriam verdadeiras pessoas de sucesso e até referência para muitos. O fato é que, para alguns, “santo de casa não faz milagres”. É lamentável!

Aqui, aqueles se esforçam um pouco mais, estudam um pouco mais, trabalham até mais tarde e às vezes saem de seus locais de trabalho um pouco mais tarde – sem receber horas extras por isso-, geralmente se dão melhor na vida. Isso não é mera coincidência, mas sim a obviedade da lei natural das coisas, onde tudo que plantamos, colhemos.

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A complexidade do resultado final e a simplicidade do processo

Interessante como algumas coisas parecem dificílimas de fazer ou alcançar. O mais engraçado é que muitas delas partem de um princípio muito simples! Tão simples que nem parece digno de algum louvor se comparado ao seu resultado final.

Há pouco tempo fiz um panda e uma coruja de dobradura modular. Esse tipo de origami é muito bonito por causa de seus detalhes e sua delicadeza. Apesar de aparentar um alto nível de dificuldade, a dobradura modular é muito simples de fazer! Com um pequeno pedaço de papel retangular faz-se algumas dobras e o papel logo se transforma em um triângulo. Vários triângulos iguais a esse formam um animal, vasos, bonecos, etc. Basta combinar os encaixes dos triângulos entre si e moldá-los conforme o que se pretende fazer. Não é difícil, no entanto, exige fatores importantíssimos, como por exemplo: paciência, tempo e concentração.

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Não se oponha, nem se exponha

Há assuntos controvertidos, baseados em meras opiniões (informadas ou não), com alto envolvimento emocional. Exemplo, o Movimento dos Sem Terra, a administração do governador X ou Y, horóscopo e existência de discos voadores, só para citar alguns exemplos. Daí, você está sentado defronte a um empresário que pode vir a ser seu patrão – e você tem alto interesse em trabalhar na empresa dele. Então ele diz: “Minha antiga diretoria financeira acreditava bastante em horóscopo, o que você acha disso?”. Opor-se à crença da antiga diretora pode ser opor-se á crença do empresário… nunca se sabe. Apoiar pode ser defender algo que ele detesta.O que fazer? Saia pela tangente, sem desrespeitar ninguém por suas crenças, mas sem se comprometer com nenhum corpo de conhecimento que você não aceita. Você pode dizer, por exemplo: “Meu modo de pensar é muito orientado pela ciência, pelo ceticismo da ciência, e por isso mesmo não aprovo nem rejeito algo que não estudei, como é o caso da astrologia, algo que nunca despertou meu interesse”. A partir daí, provavelmente o empresário poderá expor os pontos de vista dele, os quais você não precisa negar ou aprovar para manter um bom diálogo.

José Antonio Rosa - @redator do INPG BLOG

“Não se oponha, nem se exponha” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa

Por que um balanço é importante?

E você: já parou para pesar conquistas e insucessos, ganhos e prejuízos, prós e contras, erros e acertos, amores e ódios?
Pois é chegada a hora! Muitos gestores se fiam na ideia de que o balanço necessário é meramente contábil.
A grande verdade é que os melhores balanços são integrais. Realizam um inventário de todas as atividades realizadas durante o ano. E isso vale para empresas e também para pessoas.
Ao reunir meus amigos para uma celebração de fim de ano, dias atrás, pude compartilhar meu balanço particular.
Comecei 2011 com uma perda na família, lutando para seguir sem aquela figura valorosa que me acompanhou por décadas.

Não perca o jogo antes do apito

O jogo só acaba com o apito do juiz – eis uma frase que diz muito para a carreira do profissional. Tem um objetivo? Fez uma estratégia para alcançá-lo? Colocou a estratégia em execução? Fracassou? Não desista. Pode ser que o objetivo estivesse mal colocado, que a estratégia não fosse a mais adequada, que o fracasso tenha sido decorrência de um fator acidental qualquer. Uma nova tentativa pode reverter o quadro. Se tudo fosse fácil a vida seria sem graça: bastava ir recolher o almoço grátis na hora certa e deitar na rede de “papo pro ar”. Acontece que existem alguns fatores complicadores: o concorrente, o cliente com desejos subjetivos, as restrições de recursos de todo o tipo, o erro etc. Assim, dificilmente as coisas funcionam bem na primeira tentativa.

Pessoas persistentes vão mais longe. Na verdade a persistência é a grande chave do sucesso. Pergunta rápida: Há quanto tempo Chitãozinho e Chororó cantam juntos, treinando e investindo diuturnamente para melhorar seu desempenho? Dica: em 1970, já cantavam, e adotaram esse nome! O famoso ditado diz: Quem vê as pingas que eu bebo não vê os tombos que eu levo. Quase todos os que chegam lá têm um longo histórico de persistência, o que inclui muitos fracassos. Fracassaram e continuaram, porque o jogo só acaba com o apito do juiz.

José Antonio Rosa - @redator do INPG BLOG

“Não perca o jogo antes do apito” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa

Um degrau chamado desafio e o superpoder chamado coragem

Quando eu era mais nova, entre os 15 e 16 anos, tive a primeira oportunidade de emprego. Era uma vaga para instrutor de inglês. Fiquei tão feliz com a proposta que não pensei duas vezes e logo aceitei o desafio.

Passei por um processo de treinamento antes de assumir a minha primeira turma. Comecei com aulas de plantão de dúvidas, aulas extras, reforço, aplicação de provas e aulas individuais. Esse período foi de grande valia para a etapa que viria logo em seguida. É importante ressaltar que nessa época eu quase nem falava! Minha voz era inaudível e minha timidez era um problema! Tudo isso foi trabalhado para que eu pudesse interagir em sala de aula. No entanto, apesar de todas as orientações e da linda teoria, descobri que isso só seria superado Leia mais