Archive for the ‘ Atualidades ’ Category

Sabe qual a compra mais desejada por uma mulher neste final de ano? Experiência!

As compras de Natal já começaram e a cada ano chegam ao mercado mais novidades.

E para este final de ano quero destacar a “Experiência” como compra de qualquer item, seja ela propiciada pela indústria, por empresas de serviço ou pelo próprio varejo.

Hoje não compramos simplesmente produtos ou serviços, mas o bem-estar do uso que vem com eles.

É possível ir até uma loja de eletroeletrônicos e depararmos com uma vitrine interativa em que a TV mostra serviços de acesso ao Facebook, You Tube, previsão de metereologia e locação de filmes. Tudo isto ao tocar uma vitrine.

Além disso, já é possível contar com os tablets (disponíveis no Brasil das marcas Apple – o Ipad e Samsung – Galaxy Tab) que cabem em uma bolsa de mulher e que além do charmoso design oferecem uma experiência incrível de uso.

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Novas tecnologias, antigos desafios, a determinação de sempre.

As transformações da vida moderna nos atingem tão freqüente e intensamente que nem mesmo as percebemos mais!

Fazendo um breve apanhado das duas últimas décadas, a vida do professor mudou completamente em alguns aspectos.

De detentor supremo do conhecimento, a gestor da construção do conhecimento em sala; de conversas unilaterais, a fluxo multidirecional de informação; de transmissor da informação, a moderador das discussões; de algoz para a leitura de livros, a inspirador para as buscas e googadas

É… realmente a vida do professor mudou muito. Aprender novas tecnologias para a sala de aula, ter noção dos movimentos nos diversos ambientes acadêmicos, entender a transformação do mundo e comunicar-se com os alunos através de novas mídias e redes sociais.

O turbilhão de informação que a tecnologia nos traz, permite o acesso instantâneo a todas as informações, boas e ruins, de forma abundante, mas sem filtro. Filtro no sentido de importância, pertinência e utilidade.

Estes são alguns dos desafios contemporâneos do professor atual. Mas acredito firmemente que a figura do professor será sempre imprescindível para o crescimento das pessoas, das comunidades, das empresas, da Nação.

Afinal, parafraseando o mestre, “Há homens que lutam um dia e são bons; Há outros que lutam um ano e são melhores. Há aqueles que lutam muitos anos e são muito bons; Porém, há os que lutam toda a vida… Estes são os imprescindíveis Estes são professores!”

Agora tenho que ir. Preciso tuitar um desafio para meus alunos de MBA. E claro, fazer um post na comunidade de Marketing e Negócios no LinkedIn….

Parabéns a todos os professores pelo seu dia!

Alessandro Saade – @redator do INPG BLOG

A Copa da Jabulani, do Polvo e da Fúria

Chegamos ao final de mais uma Copa do Mundo da FIFA, a 19ª edição que contou com inúmeras curiosidades, e por que não falar da fauna africana, as “zebras” apareceram durante a Copa.

A Copa gerou um grande impacto sócio-econômico no continente africano, e foi fantástica a forma como o país sede, África do Sul, se preparou, ergueu cinco lindos novos estádios de futebol, pois sob governo do Apartheid, os estádios foram construídos para se jogar o rúgbi e o críquete, esportes mais elitizados e para a população branca.

Uma Copa digital, cheia de experimentações, inovações, transmissões em HDTV e 3D, Internet, celular, valia de tudo para mostrar uma Copa sem o brilhantismo do futebol arte, com uma pequena média de gols, apenas 2,27 gols por partida, 4 artilheiros com 5 gols cada um, erros crassos da arbitragem, e sempre um espetáculo a parte.

Na primeira fase, quando as 32 seleções entraram em campo, fomos surpreendidos por alguns fatos que ninguém imaginava, pela primeira vez na história das Copas, a anfitriã, África do Sul, foi eliminada na primeira fase.

Outro fato inédito e triste foi ver a eliminação da atual campeã, Itália, com um futebol muito ruim da “Squadra Azzurra” e da vice-campeã, França, que durante a Copa se esfacelou como grupo, brigas entre auxiliar técnico e jogadores, falta de liderança do técnico Raymond Domenech e fair play por não ter cumprimentado o técnico Carlos Alberto Parreira após o jogo África X França, além da demissão do capitão, Anelka, e a saída inesperada do patrocinador da seleção, o Carrefour, uma atuação lamentável dos Les Bleus.

Em quase todos os jogos, tivemos a atuação da jabulani, que significa “celebrar” em um dialeto africano, a bola especialmente desenvolvida pela empresa Adidas para a Copa, muito criticada pelos jogadores antes e durante os jogos, e que na final, foi substituída pela jobolani, além das benditas Vuvuzelas, que pareciam ter vida própria em todos os jogos, dentro e fora dos estádios, com seu som ensurdecedor, que não sentiremos falta alguma.

Nas oitavas de final, vimos alguns times que surgiram com muita força e foram indicados pelos especialistas como as surpresas na competição:

  • Estados Unidos
  • Eslováquia
  • Japão
  • Paraguai

Os mais céticos, apontavam as seleções tradicionais, já campeões do mundo em outras Copas, como favoritas:

  • Brasil
  • Argentina
  • Alemanha
  • Uruguai
  • Inglaterra

Por fora, tínhamos alguns times badalados e, conseqüentemente, candidatos ao título, também:

  • Holanda
  • Espanha
  • Gana

Mas o futebol não é uma ciência exata, matemática e estatísticas não entram em campo, raça sim, vale até trocar um gol certo pela expulsão do atacante do time, como fez o Uruguai com Suarez e assim Gana ficou na trave, após o pênalti desperdiçado pelo grande Leia mais

Jabulanis e Vuvuzelas

A primeira Copa do Mundo realizada no continente africano nos apresentou alguns personagens curiosos e que destacaram-se em relação ao futebol apresentado pelas 32 seleções.

Tudo começou com o burburinho criado pelo, até então esquecido, álbum de figurinhas da Copa 2010. Foi um tal de “Preciso da 64, te dou a 49.”, “Falta só uma para eu completar!” que até a presença do Adriano no lugar do Grafite foi insignificante perante a emoção de completar o álbum.

Foram vuvuzelas ecoando pelos estádios – e ressoando pelos televisores – divertindo e gerando muita polêmica. Principalmente junto aos mais “impacientes”. O som da famosa corneta se espalhou pelo mundo e a pergunta que não quer calar é: o que fazer com elas quando a Copa acabar?

Outra figura simpática que apareceu foi a Jabulani. Temida pelos goleiros e adorada pelos atacantes (será?), a bola oficial da Copa gerou muito zum-zum-zum e rendeu frangos que entraram para a história do futebol. No fim das contas, a bola vendeu horrores e encheu de alegrias o fabricante. O fato é que muita gente reclamou da bola, mas se ela pudesse também reclamaria de muita gente, não é mesmo Jabulaaani? Afinal, quem sabe jogar futebol joga até com uma laranja.

Falando em laranja, a seleção holandesa calou mais de 180 milhões de brasileiros que sonhavam com o inédito hexa. Não faltaram culpados: foi o uniforme azul? O Felipe Mello? O Dunga? Para o futebol não há certezas. A realidade é que deixamos escapar um jogo que parecia ganho.

E a comemoração, que ficou engasgada em nossas gargantas, aconteceu no dia seguinte, graças à Alemanha que emplacou 4 x 0 na Argentina, para a tristeza do emblemático Maradona.

Depois deste jogo, todos apontaram a seleção germânica como favorita ao título mundial, porém esqueceram dos espanhóis, que venceram a partida semifinal e disputarão neste domingo o último jogo da Copa 2010, contra a Holanda.

A jabulani vai rolar e as vuvuzelas irão tocar. Quem levará o titulo mundial inédito para casa?

Felipe Alves Nascimento - @colaborador do INPG

Refervendo o PAC: PAC 2

Para que um país possa crescer, é necessário que investimentos sejam realizados, tanto por parte do governo como pela iniciativa privada. Os investimentos do governo devem estar voltados à melhoria da infra-estrutura, tais como saúde, educação, segurança e transportes. A iniciativa privada, por sua vez, deve canalizar recursos para melhorar as condições de produção. A combinação destas duas ações resultará em uma melhora na produtividade do país, o que permitirá uma redução dos custos de produção ao longo do tempo, podendo tornar os bens e serviços mais baratos, melhorando a estrutura de consumo das famílias.

Observando-se os dados de países como China e Índia, verifica-se que o volume de investimentos realizados por essas economias foram os maiores em 2008. Na China, por exemplo, a formação bruta de capital fixo foi de 43% do PIB, que resultou em um crescimento de 9,0% em sua economia, enquanto que na Índia os investimentos foram de 39% do PIB, que proporcionaram um crescimento de 7,1%. Nesse ano os investimentos no Brasil atingiram 19% do PIB, para um crescimento da economia de 5,1%.

Diante deste cenário, uma pergunta se torna inevitável: por que o Brasil investe tão pouco comparativamente aos outros países emergentes, inclusive abaixo da média mundial que é Leia mais

15 de Março: Dia Mundial do Consumidor

Afinal, o que viemos fazer neste mundo? Ao nascermos, a primeira coisa que fizemos foi chorar, e se não choramos, levamos as primeiras palmadas. Por quê? Para desobstruirmos as nossas vias respiratórias; a necessidade de respirar. O que acontece se ficarmos cinco minutos sem respirar? Depreende-se daqui que a primeira coisa que fizemos ao chegar a este mundo foi “consumir o ar”. Em seguida choramos novamente, e desta vez por fome, necessidade de “consumir o leite materno”.  Ou eventualmente de frio, e tivemos que consumir o calor gerado por um aquecedor, que por sua vez para funcionar depende do consumo de energia-elétrica, ou um cobertor.

Aliás, podemos observar que tudo o que fazemos nesta vida é consumir. Para que estudamos? Para que possamos ter uma profissão. E quanto mais anos nos dedicamos aos estudos mais nos deslocamos da condição de fornecedor de mão-de-obra braçal para o de mão-de-obra intelectual, o que implica em uma remuneração maior. E para que buscamos salários cada vez maiores? Para poder consumir mais e melhor ao longo do tempo. O que leva as pessoas a enfrentar horas a fio em uma fila, para tentar ganhar uma mega sena acumulada, mesmo sabendo que probabilisticamente é quase impossível? É um sonho momentâneo que paira na cabeça de todos os apostadores.

Vamos ser mais objetivos. Todos nós, indistintamente, carregamos por 24 horas, 365 dias do ano, uma Caixa de Desejos. Caixa essa que será satisfeita à medida que consumimos para atender e satisfazer nossas necessidades e desejos. Assim, à medida que o nosso consumo atende essas necessidades e desejos, passamos a ter uma sensação de satisfação, que pode ser traduzida como Felicidade. Nesta linha de raciocínio, quando mais o consumo se aproxima das necessidades e desejos, mais próximos dos 100% de felicidade estaremos. E é interessante Leia mais

Parabéns a todas nós mulheres …

Parabéns a todas nós mulheres que somos: inteligentes, sensíveis, batalhadoras, delicadas, corajosas, sonhadoras, lindas, maravilhosas, vitaminadas, exuberantes, inovadoras, interessantes, antenadas, decididas, vibrantes, afetuosas, amorosas, queridas, gentis, sábias, simpáticas, felizes, expressivas, empreendedoras, intuitivas, dedicadas, leais, criativas, e acima de tudo MODESTAS.

Janete Teixeira Dias  – Coordenadora do Centro de Carreiras

A recente crise mundial …

A recente crise mundial, que eclodiu no mercado financeiro norte americano, fez renascer a figura de John Maynard Keynes, grande referencial da teoria econômica, autor de uma obra de leitura obrigatória para um economista: “Teoria Geral do Emprego, Juros e Moeda”. Entretanto, uma coisa que poucos sabem, é que Keynes foi também um grande operador do mercado financeiro, sendo inclusive o administrador da carteira de investimentos do King’s College da Universidade de Cambridge (Inglaterra).

Otto Nogami