Avaliação de Desempenho, Avaliação de Mérito… Sua empresa ainda concede aumentos salariais com base nessas ferramentas?
Vamos deixar bem claro: este artigo não tem qualquer intenção de criticar a ferramenta ou a prática de uma empresa em avaliar pessoas visando seu desenvolvimento profissional, redirecionamento de carreira, levantar necessidades de treinamento nem, tampouco, o hábito intrínseco ao ser humano de julgar o seu semelhante – afinal, isso é bíblico (“Não julgueis, e não sereis julgados” – Mateus 7:2).
A Avaliação de Desempenho, com o propósito que conhecemos data do século XIX desenvolvida para uso do exército americano e, posteriormente, assimilada por empresas privadas como a GM. Na segunda metade do século XX, com a intensificação da presença de empresas multinacionais no Brasil, a formalização do processo de Avaliação de Desempenho espalhou-se e constituiu-se num avanço, numa prática moderna de gestão de pessoas embora limitada à avaliação do período de experiência, para justificar promoções e… reajustes salariais, embora para este uso fosse mais conhecida por Avaliação de Mérito.
A Avaliação de Mérito tinha data certa (geralmente em Setembro, pois antecedia os Acordos Coletivos das principais categorias sindicais), era unilateral, pois apenas o avaliador emitia sua opinião e fechada, apenas o RH (ou seria melhor dizer o DP?) tinha o “segredo” da tabulação e a prerrogativa da publicação do temível resultado.





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