Brasil, Eldorado para alguns…

Vejo algumas pessoas dizerem que, para vencer é preciso sair do Brasil e “tentar” a sorte lá fora.

Estamos vendo as grandes nações, antes consideradas exemplo e modelo para outros países como o nosso, precisando de recursos para salvar suas economias e evitarem calotes mundo afora. Inclusive o próprio Brasil está na mira destes necessitados para fornecer apoio financeiro.

Penso que, se qualquer cidadão se dispusesse a fazer o esforço e até certa submissão que vemos alguns fazendo noutros países para sobreviverem; no Brasil, elas seriam verdadeiras pessoas de sucesso e até referência para muitos. O fato é que, para alguns, “santo de casa não faz milagres”. É lamentável!

Aqui, aqueles se esforçam um pouco mais, estudam um pouco mais, trabalham até mais tarde e às vezes saem de seus locais de trabalho um pouco mais tarde – sem receber horas extras por isso-, geralmente se dão melhor na vida. Isso não é mera coincidência, mas sim a obviedade da lei natural das coisas, onde tudo que plantamos, colhemos.

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Como tornar criativo o seu ócio?

Depois de um ano de muito trabalho, muita gente acaba reservando os primeiros dias do ano para um merecido descanso com a família.

O problema é que muitos se rendem à culpa e deixam de aproveitar estes momentos de descontração e divertimento.

No fundo, pensam que deveriam estar debruçados sobre planilhas de custos ou visitando clientes. Acreditam que estão perdendo oportunidades e dinheiro.

Se você está vivendo este drama, saiba que é normal. O senso de responsabilidade costuma derivar para uma obsessão produtiva sem limites.

Nestes momentos é fundamental relembrar a importância do recesso laboral. Ele recarrega as baterias, ilumina a mente e nos prepara para identificar novos caminhos para o desenvolvimento pessoal e profissional.

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A complexidade do resultado final e a simplicidade do processo

Interessante como algumas coisas parecem dificílimas de fazer ou alcançar. O mais engraçado é que muitas delas partem de um princípio muito simples! Tão simples que nem parece digno de algum louvor se comparado ao seu resultado final.

Há pouco tempo fiz um panda e uma coruja de dobradura modular. Esse tipo de origami é muito bonito por causa de seus detalhes e sua delicadeza. Apesar de aparentar um alto nível de dificuldade, a dobradura modular é muito simples de fazer! Com um pequeno pedaço de papel retangular faz-se algumas dobras e o papel logo se transforma em um triângulo. Vários triângulos iguais a esse formam um animal, vasos, bonecos, etc. Basta combinar os encaixes dos triângulos entre si e moldá-los conforme o que se pretende fazer. Não é difícil, no entanto, exige fatores importantíssimos, como por exemplo: paciência, tempo e concentração.

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Não se oponha, nem se exponha

Há assuntos controvertidos, baseados em meras opiniões (informadas ou não), com alto envolvimento emocional. Exemplo, o Movimento dos Sem Terra, a administração do governador X ou Y, horóscopo e existência de discos voadores, só para citar alguns exemplos. Daí, você está sentado defronte a um empresário que pode vir a ser seu patrão – e você tem alto interesse em trabalhar na empresa dele. Então ele diz: “Minha antiga diretoria financeira acreditava bastante em horóscopo, o que você acha disso?”. Opor-se à crença da antiga diretora pode ser opor-se á crença do empresário… nunca se sabe. Apoiar pode ser defender algo que ele detesta.O que fazer? Saia pela tangente, sem desrespeitar ninguém por suas crenças, mas sem se comprometer com nenhum corpo de conhecimento que você não aceita. Você pode dizer, por exemplo: “Meu modo de pensar é muito orientado pela ciência, pelo ceticismo da ciência, e por isso mesmo não aprovo nem rejeito algo que não estudei, como é o caso da astrologia, algo que nunca despertou meu interesse”. A partir daí, provavelmente o empresário poderá expor os pontos de vista dele, os quais você não precisa negar ou aprovar para manter um bom diálogo.

José Antonio Rosa - @redator do INPG BLOG

“Não se oponha, nem se exponha” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa

Falando em storytelling – Pilha Energizer conta uma história de amor

Lindo.

Continuando com o conceito que vem encantando os profissionais de Marketing de todo o mundo, e já virou tendência em grandes companhias, o StoryTelling (“Não venda um produto conte uma história” como divulgou o mestrou Seth Godin) casou perfeitamente nesse novo anúncio da Energizer.

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Humor • Por Dorinho Bastos

 

 

 

Prof. Dorinho Bastos – Professor do INPG Business School e @cartunista do INPG BLOG

Por que um balanço é importante?

E você: já parou para pesar conquistas e insucessos, ganhos e prejuízos, prós e contras, erros e acertos, amores e ódios?
Pois é chegada a hora! Muitos gestores se fiam na ideia de que o balanço necessário é meramente contábil.
A grande verdade é que os melhores balanços são integrais. Realizam um inventário de todas as atividades realizadas durante o ano. E isso vale para empresas e também para pessoas.
Ao reunir meus amigos para uma celebração de fim de ano, dias atrás, pude compartilhar meu balanço particular.
Comecei 2011 com uma perda na família, lutando para seguir sem aquela figura valorosa que me acompanhou por décadas.

O vendedor de coxinha milionário

Recentemente me peguei meditando, pensando, tentando entender como funciona a cabeça de um empreendedor, quando é que ele tem o estalo e resolve empreender por conta própria ou montar um negocio. Logo conclui que o caminho por este entendimento, seria a pesquisa, ler biografias, conhecer historias de pessoas que começaram um negocio do zero, entrevistas, etc …

Conclui que isso daria muito trabalho, levaria muito tempo e talvez não encontrasse uma resposta pronta. Foi ai que lembrei que embora Consultor em Finanças e Gestão
para Pequenas e Medias Empresas, também sou Empreendedor, não sou apenas um Consultor, tenho uma Empresa de Consultoria, sou um Empresário, logo estou empreendendo e a bastante tempo. Resolvi então fazer um exercício de memoria, vasculhar lá no fundo, fazer uma espécie de regressão e entender aonde surgiu o meu interesse e desejo por empreender e acreditem, cheguei a uma historia fantástica, que vou dividir como vocês :

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Não perca o jogo antes do apito

O jogo só acaba com o apito do juiz – eis uma frase que diz muito para a carreira do profissional. Tem um objetivo? Fez uma estratégia para alcançá-lo? Colocou a estratégia em execução? Fracassou? Não desista. Pode ser que o objetivo estivesse mal colocado, que a estratégia não fosse a mais adequada, que o fracasso tenha sido decorrência de um fator acidental qualquer. Uma nova tentativa pode reverter o quadro. Se tudo fosse fácil a vida seria sem graça: bastava ir recolher o almoço grátis na hora certa e deitar na rede de “papo pro ar”. Acontece que existem alguns fatores complicadores: o concorrente, o cliente com desejos subjetivos, as restrições de recursos de todo o tipo, o erro etc. Assim, dificilmente as coisas funcionam bem na primeira tentativa.

Pessoas persistentes vão mais longe. Na verdade a persistência é a grande chave do sucesso. Pergunta rápida: Há quanto tempo Chitãozinho e Chororó cantam juntos, treinando e investindo diuturnamente para melhorar seu desempenho? Dica: em 1970, já cantavam, e adotaram esse nome! O famoso ditado diz: Quem vê as pingas que eu bebo não vê os tombos que eu levo. Quase todos os que chegam lá têm um longo histórico de persistência, o que inclui muitos fracassos. Fracassaram e continuaram, porque o jogo só acaba com o apito do juiz.

José Antonio Rosa - @redator do INPG BLOG

“Não perca o jogo antes do apito” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa

Natal e Ano Novo • Por Dorinho Bastos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Prof. Dorinho Bastos – Professor do INPG Business School e @cartunista do INPG BLOG

 

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