A vida é um esporte. Faça valer a pena.

Para o lançamento de um novo produto, a Fuelband, a Nike lançou um vídeo que é um primor de edição. Com música legal, colagem de vários personagens famosos e cenas, seguindo seu estilo já famoso, a Nike defende que a vida, o dia a dia, já é um esporte e que todo movimento conta. Insere também uns movimentos que não contam para a medida de exercícios diários e que reforçam o toque de humor.

O Fuelband fica contando tudo o que a gente faz, atleta ou pessoa normal, esporte ou apenas subir aquela escada, andar os 100 metros até o estacionamento, varrer o chão… Ideia de produto legal, campanha legal e slogan mais legal ainda. Parabéns, Nike.

Site do produto: http://www.nike.com/fuelband/

Daniele Zandoná – @ex-aluna do curso de MBA em Marketing no INPG Berrini e redatora do Amo Marketing

Este post foi publicado no Amo Marketing em 27/04/2012

 

Alinhando Processos, Estrutura e Compliance à Gestão Estratégica

Gastos crescentes de insumos (mão de obra qualificada, suprimentos, serviços especializados, novas tecnologias, etc.) aliados à carga tributária, encargos e regulamentos a atender, além de concorrência acirrada e mercados mais exigentes têm proporcionado margens de resultado cada vez mais apertadas às organizações.

Nesse mundo cada vez mais complexo, interconectado e mutável, as organizações e seus colaboradores, para terem melhores resultados, precisam manter-se em um processo permanente de aprendizagem, inovação, aperfeiçoamento e contínua adaptação ao meio ambiente em que atuam.

Atualmente é grande o desafio das organizações que querem se destacar pelo alto padrão de qualidade dos produtos e serviços, de forma a atender da melhor maneira às necessidades do mercado e dos clientes (externos e internos) e ainda gerarem resultados adequados a seus proprietários ou acionistas.

Nesse sentido, uma proposta que apresento, é que a organização em seus vários níveis e profissionais elabore e reveja periodicamente planejamentos e respectivas ações, visando melhor adequar a organização em seu meio. Um trabalho inicial bastante interessante a ser feito é a análise SWOT, abreviatura em inglês que significa Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).

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Prisioneiros do passado

Há palavras que fazem as pessoas perderem pontos. Por exemplo, quando se diz “no meu tempo…, na minha época…” Isso quer dizer que o indivíduo está fora do jogo, que não serve mais para o mundo atual, que por si só decidiu aposentar-se da vida. Ou reflete saudosismo, apego ao passado e negação do presente, que não dá idéia boa de ninguém também, naturalmente. Há duas coisas que prendem as pessoas ao passado: o trauma e a frustração. Nos dois casos é bom parar para pensar: Frustrado com sua situação atual? Com o mundo atual? Com a empresa atual? Com o chefe atual? Mexa-se e continue vivendo. Por outro lado, continua chocado com a forma como foi demitido em 1997? Ainda anda tremendo de ódio daquele chefe com quem trabalhou em 1990? Ainda ressentido com o fato de ter sido preterido na promoção para gerente de marketing, em 1993? Ora, o mundo já mudou e ficar vivendo lá atrás só causa perda de energia. Olhe para frente e conquiste seu espaço e em dois tempos você se esquece o passado traumatizante.

José Antonio Rosa - @redator do INPG BLOG

“Prisioneiros do passado ” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa

Humor • Por Dorinho Bastos

 

Prof. Dorinho Bastos – Professor do INPG Business School e @cartunista do INPG BLOG

Que tal pensar em algo inovador ao vender calçados femininos?

Uma empresa de varejo de calçados da Malásia chamada Shoes Shoes Shoes inovou ao vender seus produtos de forma diferenciada criando uma nova experiência de compra para suas shoppers.

A proposta da empresa de calçados é conectar mulheres da sua rede de contatos com  homens do site de relacionamento Lunch Actually para que eles tenham um possível relacionamento por meio da similaridade na escolha da lista de compras entre ambos. O evento foi denominado de Shoe Dating.

Como funciona?

A empresa busca colocar em contato as pessoas baseando-se nas suas escolhas de compra. Os homens que se inscrevem no site de relacionamento Lunch Actually são convidados a selecionar de uma lista de 20 sapatos femininos quais deles gostariam que sua “futura par” usasse. Além disso, eles também escolhem o porcentual do preço de venda que gostariam de pagar em troca de um encontro (em torno de 10% ou mais!).

Quando as mulheres compram o sapato através da loja de calçados Shoes Shoes Shoes, elas são conectadas com os homens que escolheram por aqueles modelos dos pares comprados e recebem o desconto prometido na próxima compra, caso aconteça o primeiro encontro.

Uma ação semelhante aconteceu em um supermercado na Inglaterra – o Asda. Com o mesmo objetivo de “linkar” possíveis casais, a empresa criou uma rede de contatos de pessoas solteiras por meio da lista de consumo de comidas e bebidas deles, identificando assim os hábitos similares de cada um. Este foi um projeto para o dia dos namorados.

Diferente e irreverente! Estas ações de marketing geraram no mínimo um novo conceito de processo de compra, com um pouco mais de emoção. Resta saber qual será a rede de varejo que fará algo neste caminho aqui pelo Brasil.

Cinthia Almeida – @redatora do INPG BLOG e Diretora da Consultoria de Marketing Feminino – Delas! Mkt

Estratégia: o resultado precisa ser igual ao objetivo?

Nós, executivos e empresários, costumamos dizer “sim” quando nos formulam a pergunta que serve como título a este pequeno artigo.

Trata-se de um raciocínio de matemático. E como a administração não é uma ciência exata (embora precise utilizar as ferramentas desse ramo de conhecimento), essa ideia é equivocada.

Em meu livro Você, um Grande Estrategista, escrevo que “estratégia não é equação”. O resultado, portanto, dificilmente é igual ao objetivo. Pode ser maior ou menor.

Num mundo em mudança constante, não podemos prever tudo. Além disso, em ambientes de liberdade econômica, temos limitado controle sobre os outros, especialmente os concorrentes e consumidores.

Assim, é alta a probabilidade de se planejar uma coisa e acontecer outra.

Ter um bom ou mau resultado depende de como o empreendedor ou gestor se relaciona com a mudança, especialmente com o inesperado.

Se ele tem um olhar otimista, pode encontrar oportunidades e aprendizados. Sem tem um olhar pessimista, encontra problemas, abate-se e não promove as correções de rota necessárias.

Você pode me perguntar:

- Julio, se é assim, por que devemos traçar objetivos?

E eu respondo:

- Porque eles fazem as pessoas se mexerem. Além disso, nos permitem mensurar resultados e determinar se estamos andando para frente ou para trás.

Ofereço um exemplo fora do universo corporativo, mas dentro do espírito empreendedor.

Em 14 de abril de 1970, o astronauta John Swigert, Jr., da Apollo 13, pronunciou uma frase que ganharia lugar na cultura popular.

Em uma comunicação com a base, disse: “ok, Houston, we’ve had a problem here”.

Para aumentar a dramaticidade do pedido de ajuda, o cinema mudou o tempo verbal, usando a expressão “Houston, we have a problem”.

O que importa, porém, é saber o que ocorreu. Um tanque de oxigênio do foguete explodiu. E Gene Kranz, chefe da missão em terra, precisou dar um jeito de resolver o problema.

O objetivo inicial era fazer um voo até a Lua, dar uma parada ali e voltar para casa.

Por conta do problema técnico, o pouso foi cancelado. Adotou-se outro objetivo: permitir que os astronautas regressassem vivos ao planeta.

Kranz mostrou-se um espetacular gestor para lidar com o inesperado. Tomou decisões rápidas e reuniu uma equipe de especialistas para traçar estratégias de salvamento.

Esse grupo foi capaz, por exemplo, de desenvolver um filtro improvisado de dióxido de carbono, produzido, na sequência, pela tripulação da nave.

Os astronautas seguiram à risca as instruções. Quase morreram congelados, mas conseguiram retornar. O módulo caiu no oceano Pacífico em 17 de abril daquele ano.

Há quem diga que a missão fracassou. Muita gente, no entanto, percebe que, consideradas as circunstâncias, foi um sucesso.

Alterou-se o roteiro, mas foi mantido o objetivo final, que era preservar a vida dos exploradores espaciais.

Além disso, o episódio gerou experiência e know-how tecnológico para a NASA.

Talvez a frase mais importante dessa história seja outra, pronunciada pelo competente e incansável Kranz:

Failure is not an option (fracassar não é uma opção).

Este é, por excelência, o espírito do controle estratégico. A melhor execução é aquela em que cada um faz o melhor possível, mesmo em condições adversas.

Pense nisso ao gerir seu negócio.

Afinal, a teoria, na prática, funciona!

Prof. Carlos Júlio – Palestrante,  empresário, escritor e professor do INPG Business School
@redator do INPG BLOG

Este post foi publicado no site do Prof. Carlos Júlio em 24/04/2011

A relevância da consultoria e assessoria nas empresas

Por mais simples que possa parecer um problema, enfrentado pelas empresas hoje em dia, sempre haverá a necessidade de dar atenção ao mesmo – de avaliá-lo, tratá-lo, e, aprender com tal experiência-, para que se possam evitar certas mazelas empresarias e certamente outros problemas ainda maiores no futuro.

Esta decisão e atitude de olhar os problemas sejam eles pequenos ou grandes, na verdade não é uma tarefa tão simples e fácil, às vezes. As pessoas geralmente tem dificuldade de encarar situações que mereça especial atenção e muita das vezes deixam passar estas oportunidades, tão importantes e relevantes para os negócios; senão no momento em que acontecem, mas num futuro próximo, onde as consequências ocasionalmente são mais impactantes.

É como ir ao médico. Sabemos que precisamos e não vamos, apesar do risco de um problema pequeno se tornar grande e levar a consequências trágicas e às vezes irreversíveis. Tudo isso por temeridade a verdade ou por irresponsabilidade consigo e com aqueles que dependem de você. O mesmo ocorre na gestão das empresas hoje em dia.

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Como implantar uma estrutura de remuneração na sua empresa? Parte II

Até agora temos a consistência interna dos cargos da empresa, mas como eles se ajustam ao mercado ?

4)    PESQUISA SALARIAL

Se a análise dos cargos define a consistência interna dos cargos cabe à pesquisa salarial definir a consistência externa dos mesmos, isto é, como a empresa deve ou quer se posicionar no mercado.

Existem alguns detalhes que cercam a realização de uma pesquisa para embasar a implantação de uma estrutura de remuneração, diferentemente se seu uso é apenas para comparar um ou outro cargo num momento de manutenção das faixas salariais.

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Chute… e lá e vai sua credibilidade

A melhor maneira de arrasar a própria credibilidade é o “chute”. Chutar é fazer afirmações sobre o que se desconhece apresentar dados não confirmados, falar por impressões e por ter ouvido falar. Exemplos: “Existem duas vezes mais mulheres que homens no País”. Muita gente acredita nisso e passa a bola adiante, sem pensar. Quantas mulheres existem a mais? Qual é o número de mulheres e de homens na população? Em vez de chutar, não seria melhor pegar os dados do IBGE? “Bill Gates foi mandado embora da IBM”. É mesmo? Quando ele trabalhou na IBM? Quando saiu? “É impressionante o número de jovens que estão morrendo de enfarte!” Quantos? Chutes, chutes, chutes.

Por que chutamos? Por esquecer os fatos reais, por ouvir falar e aceitar sem crítica, por ter impressão, por ser descuidado com as informações. O resultado é um só, porém: perdemos pontos preciosos todas as vezes que chutamos.

José Antonio Rosa - @redator do INPG BLOG

“Chute… e lá e vai sua credibilidade” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa

 

Para bom entendedor meia palavra não basta

Diz um velho ditado: “Para um bom entendedor meia palavra basta”

Porém no dia a dia dos negócios meia palavra pode significar um negócio perdido, uma tarefa mal executada ou mesmo um mal entendido dentro de uma equipe que executa um projeto.

Ouvi um dia de uma ex-colega de trabalho (hoje amiga) que, ao passar uma informação adiante, deveríamos sempre subestimar a capacidade de compreensão do outro lado. E deveríamos enviar mais informações do que julgássemos necessário. Assim, de acordo com ela, evitaríamos aborrecimentos futuros.

Refletindo sobre suas palavras fui resgatar ao longo destes anos quantas vezes algo que fiz ou deleguei ficou imperfeito por  acreditar que o outro deduziria algo que, implícita ou explicitamente, estaria ali a frente dos olhos.

Como resultado, muitas vezes o que me pareceu óbvio que estaria não estava!

Deixo como dica as palavras desta amiga: Subestimar a capacidade de alguém ao ler algo que propomos não significa diminuir essa pessoa, mas sim alavancar a nossa capacidade individual de sermos mais claros, concisos e objetivos no que pretendemos pedir ou expor.

Roberto Vazquez – @redator do blog Profissionais Comex

 

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